terça-feira, 23 de novembro de 2010

O que a vida dá, a vida tira...

Bem, já não venho aqui há alguns dias (também porque não tenho tido coisas com que falar) e pensei em hoje vir aqui dizer alguma coisa.

Mas o quê?

E assim de repente lembrei-me de algumas coisas, mas não irei falar de todas para nãosair daqui um testamento.

Primeiro, quero mostrar a minha felicidade perante a prestação do Beira-Mar este ano. Está a ter uma época espectacular, encontrando-se agora em 7º lugar, a 3 pontos do 4º lugar e a dar luta pelos lugares para as competições europeias. Apesar da eliminação da Taça de Portugal pelo Académica (cala-te Mike!) e da currente crise económica (até o relvado está penhorado), o Beira-Mar está, neste momento, a passar a melhor época desde que ganhou a Taça de Portugal em '99.

E agora sobre que raio irei eu escrever? bem, vou escrever sobre uma situação que me aconteceu na semana passada e que todos os homens sonham que lhes aconteça:
São 18h30m de 2º feira e estava eu a trabalhar na rua pela ZON. Eu estava colocado na zona do Knock-Out Gym e fui bater portas naquele prédio de 11 andares, também conhecido por Edifício Torre. Bati a portas em alguns andares e ninguém me atendia. Até que toquei a campainha dum apartamento e o que me aparece? Aparece-me um ser humano, género feminino, de medidas 88-60-78, em toalha, com água ainda a escorrer pela pele macia (sim, eu comprovei que era macia) e a emanar ainda algum vapor devido ao banho quente que tinha acabado de tomar. Devido ao choque provocado por tal visão, demorei, pelo menos, uns 25 segundos a reagir: "Oh, peço desculpa pelo incómodo, eu voltarei mais tarde, numa altura mais apropriada" disse eu, contrariando a minha vontade de entrar na casa. Inicio o movimento de virar costas para seguir para outra casa quando, e nesta parte eu tive que beliscar-me para ver se estava a sonhar, a rapariga diz "Não há problema, pode falar!". Voltei-me novamente para ela e, um bocado atarantado com a situação pois não conseguia acreditar no que estava acontecer, comecei a falar com ela sobre os serviços da ZON, fazendos sempre alguns apartes de brincadeiras. Mas depois aconteceu algo que nos mostra como a vida é uma filha da puta, mostrando-nos algo que poderíamos ter e depois tira-nos isso. Após 10min de conversa ( a conversa já estava num tema mais pessoal e sem ZON) quando aparece um vizinho a sair do elevador e que, com a intenção de não ser vista em toalha por um velhote de 50 anos, fez com que a rapariga dissesse adeus e fechou a porta.
E vocês agora pensam: "mas depois do velhote passar e entrar em sua casa, voltavas a tocar na campainha a rapariga!"
Boa ideia! porque é que eu não pensei nisso? bem, porque o raio do velhote estava interessado em aderir à ZON e eu ali tive que escolher entre ganhar um contrato (e dinheiro) ou voltar a tentar a rapariga. Eu pensei "faço o contrato, ganho dinheiro e daqui a bocado volto à rapariga". Bem, o homem, após uma hora de conversa, desistiu da ideia e a rapariga já não estava em casa, ou seja, nem dinheiro nem gaja boa. Isto seria digno de se dizer FML.



Saudações,
Nando Pina

4 comentários:

  1. briosa!

    pina, sabes que vais ter de lá voltar noutro dia à casa da rapariga cuma garrafa de mateus rose e dois copos não sabes?

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  2. zOMG, isto quase que faz concorrência ao Conto do Gajo! eheh

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  3. quem te diz que eu já lá não voltei...mas nada...ninguém me atende...acho foi daquelas oportunidades únicas, em que o momento de paixão à primeira vista já passou e agora perdeu-se o interesse...

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